Dando continuidade a aula da primeira semana:
Uma análise de como funciona: 'meta - aula'
Dentro dos 50 minutos de aula, o possível de ser feito motivando os alunos e, portanto, valorizando esta transposição, mitologia para a filosofia, é fundamental 'observar o que os alunos estão observando'. Esta expressão é bastante problemática pois, pressupõe que se possa saber o que eles estão pensando, mas não é este o caso - temos acesso imediato apenas e exclusivamente à nossa própria intenção quando elaboramos o plano de aula e quando agimos criativamente durante a aula. Agora, quanto as intenções e expectativas dos alunos, a tarefa exigiria pré-cognição, pré-monição e mediunidade, coisas impossíveis. Para remediar isso: pergunta-se aos alunos e eles podem expressar suas intenções e expectativas verbalmente do contrário, não é possível o acesso à interioridade dos alunos. Dissemos isso para não termos a ilusão de que conhecer intenções telepaticamente seja possível, isto é presunção ou vaidade. Portanto, 'observar o que o alunos estão observando', está vinculado à capacidade de observar as expressões faciais, as expressões corporais, as expressões verbais e as expressões escritas. Deste modo, temos uma hierarquia teórica de eventos relacionada às reações dos alunos. Há uma habilidade a mais que deve estar contida na caixa de ferramentas: a capacidade de observar tudo ao mesmo tempo e de vários alunos ao mesmo tempo - quanto menos alunos na sala, mais eficaz é esta ferramenta - e ter a capacidade de interpretar todo este 'material humano' com uma crítica cuidadosa.
Uma análise de como funciona: 'meta - aula'
Dentro dos 50 minutos de aula, o possível de ser feito motivando os alunos e, portanto, valorizando esta transposição, mitologia para a filosofia, é fundamental 'observar o que os alunos estão observando'. Esta expressão é bastante problemática pois, pressupõe que se possa saber o que eles estão pensando, mas não é este o caso - temos acesso imediato apenas e exclusivamente à nossa própria intenção quando elaboramos o plano de aula e quando agimos criativamente durante a aula. Agora, quanto as intenções e expectativas dos alunos, a tarefa exigiria pré-cognição, pré-monição e mediunidade, coisas impossíveis. Para remediar isso: pergunta-se aos alunos e eles podem expressar suas intenções e expectativas verbalmente do contrário, não é possível o acesso à interioridade dos alunos. Dissemos isso para não termos a ilusão de que conhecer intenções telepaticamente seja possível, isto é presunção ou vaidade. Portanto, 'observar o que o alunos estão observando', está vinculado à capacidade de observar as expressões faciais, as expressões corporais, as expressões verbais e as expressões escritas. Deste modo, temos uma hierarquia teórica de eventos relacionada às reações dos alunos. Há uma habilidade a mais que deve estar contida na caixa de ferramentas: a capacidade de observar tudo ao mesmo tempo e de vários alunos ao mesmo tempo - quanto menos alunos na sala, mais eficaz é esta ferramenta - e ter a capacidade de interpretar todo este 'material humano' com uma crítica cuidadosa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário