terça-feira, 17 de maio de 2011

O alimento

A questão sobre o alimento é o mau hábito alimentar adquirido na infância e na adolescência. Quando menos se percebe, as doenças começam a aparecer e as vezes não há tempo e nem como corrigir mais. Por isso os remédios. Mas não há nada como uma boa alimentação. Ela tem como consequência uma boa digestão, uma boa distribuição de proteínas e carboidratos, um bom metabolismo. O bom alimento exige de todos os órgãos do corpo, todos funcionam adequadamente. Claro que, o cérebro agradece plenamente.   Sem glicose, o cérebro não pensa. Pois bem, me alimentei muito mal durante todos estes anos. Eu acreditava que o mal só acontece com os outros. Hoje, 2016, sou um sobrevivente, pois, tive um câncer no intestino grosso. Disse a medicina que é hereditário, alguns familiares já tiveram pólipos e início de câncer. Não se sabe perfeitamente, mas, parece-me que meu avô morreu de câncer no intestino. No meu caso, a situação não estava nada boa. Não fora a doutora Rosângela insistir com o médico cirurgião nada tinha sido feito. Eu teria morrido lá naquela época, 2012. Mas, a competência irretocável dos médicos que me operaram foi a minha salvação. Claro, a família toda orando, desejando tudo de bom e de melhor para mim. Após 30 sessões de quimioterapia e 21 injeção anticoagulante, fui dado como a caminho de um processo de possível cura. Por enquanto, estamos caminhando bem, tomando todo o cuidado possível. Raramente bebo cerveja, e aumentei o consumo de verdura, legume e fruta. Carne vermelha, no máximo uma vez ao mês.

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